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SERVOS E EQUIPA RESPONSÁVEL
NOS GRUPOS DE ORAÇÃO

Benigno Juanes, SJ

Índice

Ao leitor português............................................................
Apresentação...................................................................
Prólogo...........................................................................

I. PARA UMA AUTÊNTICA REUNIÃO DE ORAÇÃO
(ORIENTAÇÕES GERAIS)

1. O que deve ser evitado no círculo de oração......................
2. Disposições fundamentais do servo...................................
3. Três tarefas fundamentais do servo..................................

II. A ACTUAÇÃO DO SERVO

1. Observações prévias......................................................
2. Requisitos....................................................................

III. A REUNIÃO DE ORAÇÃO:
PONTOS FUNDAMENTAIS

1. Estabelecer a «ordem» na reunião de oração (1or 13, 32-33;40)............................................................................
2. A ordem no grupo de oração e a missão do servo responsável.....................................................................

IV. A COORDENAÇÃO DO GRUPO

1. Observações prévias.....................................................
2. Etapas........................................................................
3. Observação importante..................................................

V. SUGESTÕES AOS SERVOS

1. Faça retiros espirituais regularmente.................................
2. Ore ao menos durante meia hora por dia............................
3. Estude a «liderança» naquilo que lhe seja concernente e faça-o também com o seu núcleo de servos..........................
4. Faça com que todas as reuniões de «liderança» tenham um tempo de oração, de estudo e até mesmo de partilha pessoal....
5. Alguns aspectos importantes da formação que o servo deve cultivar a respeito da sua própria capacitação.......................

VI. RELAÇÕES MÚTUAS

Nota esclarecedora...........................................................
1. Introdução...................................................................
2. Actuação.....................................................................

VII. OS SERVOS NOS GRUPOS DE ORAÇÃO

1. Os grupos de oração......................................................
2. Sugestões aos servos sobre o que deve ser corrigido discreta e oportunamente..............................................................
3. Multiplicação dos grupos de oração...................................

VIII. OS PÁROCOS, A PARÓQUIA E A INSERÇÃO

1. Orientações práticas......................................................
2. Orientações teóricas......................................................
3. Exemplos de cooperação na paróquia................................
4. A graça do Renovamento e a graça da paróquia..................

IX. A EQUIPA DE SERVOS DO GRUPO DE ORAÇÃO

1. O que ela não é............................................................
2. O que deve ser uma equipa de servos...............................

X. A MISSÃO DA EQUIPA DE SERVOS DO GRUPO DE ORAÇÃO

1. Tarefas gerais...............................................................
2. Tarefas concretas.........................................................

XI. SUGESTÕES PARA O RESPONSÁVEL DO GRUPO DE ORAÇÃO

1. O que ele não é ou não deve ser......................................
2. O que o responsável deve ser diante dos outros servos do grupo de oração...............................................................
3. Actuações concretas do responsável pela equipa de servos...

XII. DIFICULDADES E PROBLEMAS NOS GRUPOS DE ORAÇÃO

1. Considerações gerais.....................................................
2. Os problemas que os dirigentes normalmente têm de enfrentar........................................................................
3. O que os servos devem fazer quando julgam que as reuniões de oração não transcorrem como deveriam............................
4. Prevenir e evitar problemas, dentro do possível...................
5. As dificuldades que os recém-chegados ao grupo de oração podem criar e a actuação de servo.......................................

XIII. A REUNIÃO «FORTE» E A REUNIÃO «FRACA» NOS GRUPOS DE ORAÇÃO

1. Identificar um grupo de oração «forte»..............................
2. Identificar um grupo de oração «fraco»..............................
3. Actuação do servo a respeito dos grupos fracos..................

XIV. COMO DISCERNIR O ESTADO DO GRUPO DE ORAÇÃO

1. Indicações prévias.........................................................
2. Sintomas.....................................................................
3. Resumo.......................................................................

XV. REVITALIZAÇÃO DOS GRUPOS DE ORAÇÃO:
AVALIAÇÃO DOS SERVOS

1. Por onde começar a «revitalização» dos grupos de oração.....

XVI. REVITALIZAÇÃO DOS GRUPOS DE ORAÇÃO:
SUGESTÕES DE ORIENTAÇÃO

1. Introdução...................................................................
2. Sugestões...................................................................
3. O lugar da Eucaristia e da adoração nos grupos de oração e na sua revitalização..........................................................

XVII. AVALIAÇÃO DOS GRUPOS DE ORAÇÃO

1. Importância.................................................................
2. Por que não é avaliado...................................................
3. O que é avaliado...........................................................
4. Quem avalia.................................................................
5. Como se avalia.............................................................
6. Quando se avalia...........................................................
7. Indicações práticas para a evolução dos grupos de oração....

XVIII. OS PROBLEMAS ENTRE OS RESPONSÁVEIS

Introdução......................................................................
1. Enfrentar rapidamente os problemas.................................
2. Alguns princípios positivos...............................................
3. Colocar a unidade acima de tudo......................................
4. Tomar medidas.............................................................
5. O arrependimento..........................................................
6. Explicações claras e precisas...........................................
7. Examinar tudo regularmente.............................................
8. Enfrentar o verdadeiro problema.......................................
9. O melhor - o pior; o bom - o mau.....................................
10. Os conflitos de personalidade.........................................

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